Segunda Gamer – 59 | Tom Clancy’s Rainbow Six: Siege

A dica de hoje é especial, pois foi escrita pelo nosso seguidor Uriel. Ele nos presenteou com esse texto muito completo sobre Tom Clancy’s Rainbow Six: Siege e um pouco sobre as equipes de E-Sports. Por isso agradecemos muito a contribuição e compartilhamos com você, Paquiderme Gamer. 

Tom Clancy’s Rainbow Six: Siege, jogo de FPS da Ubisoft, foi lançado em 2015, baseado nos livros do autor americano Tom Clancy. A série conta a história de uma organização internacional antiterrorista fictícia chamada Rainbow. O jogo tem vários operadores e todos fazem parte das principais forças-tarefa militares e policiais do mundo como os SPETSNAZ da Rússia, SEALS da marinha americana e o BOPE do Brasil.

Os personagens foram criados com histórias incríveis e interligadas, acompanhadas de relatórios psicológicos, notas pessoais e até mesmo rabiscos feitos pela líder da equipe Rainbow, denominada Six. Essas anotações vão desde detalhes da infância do operador, seus relacionamentos, contatos dentro da Rainbow e até como ele conseguiu ingressar na mesma.

O game está disponível para download no Xbox One, Ps4 e PC.

O R6 como eu gosto de chamar, já foi comparado a um “xadrez” de tiro, pois cada peça tem seu lugar, “habilidade”, limitação e objetivo. O atacante Fuze por exemplo, agente da SPETSNAZ, porta um lançador de granadas das quais ele pode lançar através de paredes com material mais fraco como madeira e gesso. Maneiro né?

Não é maneiro para quem defende, pois se não forem espertos vão acabar virando patê. Isso se eles não estiverem acompanhados do Jäger, o defensor alemão responsável por desenvolver o SDA (sistema de defesa ativa), lançando uma cápsula de metal e interceptando granadas de mão, granadas flash e outros dispositivos como os do Fuze. As habilidades vão desde cargas exotérmicas para abrir paredes reforçadas por metal, até drone capaz de descarregar uma carga elétrica para destruir armadilhas e por aí vai, lembrando que tudo isso pode ser esquecido e partir pra famosa trocação.

E é assim que funciona uma peça, faz uma função e a outra pode simplesmente atrapalhar tudo, as partidas são de 5×5 sendo uma equipe de defesa e a outra de ataque. Os objetivos vão desde defender uma área e impedir que os atacantes tomem esta área, até impedir a desativação de uma bomba, isso mesmo, nem todos são mocinhos.

Caveira, defensora do BOPE usando sua habilidade de interrogar para descobrir onde os outros atacantes estão.

O jogo atualmente está no seu 4° ano, conta com 104 operadores, 52 defensores e 52 atacantes. Todos eles com habilidades totalmente diferentes umas das outras. 

Ubisoft lança todo ano 4 temporadas de 3 meses onde nos apresentam, geralmente, 2 novos operadores de novos países e com novas habilidades, armas, mapa (ou rework de um mapa existente), tudo revelados em um evento que acontece a final do campeonato profissional, nesse período, o  jogo fica Free Weekend, possibilitando a galera testar o game em qualquer plataforma de forma gratuita.

Durante o campeonato profissional, contamos com equipes como a minha amada Team Líquid, Faze Clan e MiBr todas com line brasileira mesmo defendendo uma Org da gringa, responsa né? Atualmente o R6 é um dos top 3 jogos mais populares, ficando atrás apenas de League of Legends e CS:GO no cenário dos E-sports.

Dia em que a Team Liquid levantou o caneco do mundial, deletando a monstruosa PENTA

Pra entender um pouco mais desse jogo e talvez se emocionar com a história de 3 players do cenário, recomendo o documentário que conta a história de vida de 3 pro players : Zigueira (Liquid), Pengu (G2) e Canadian (Evil Genius), e como o Zig trouxe o Mundial para o Brasil.

O filme foi disponibilizado pela Ubi logo após o lançamento e pode ser visto no link abaixo:

https://youtu.be/UcwTey_aU84